04 dezembro, 2007

União Zoófila - Sob suspeita

Ex-sócios da União Zoófila acusam a direcção da associação de gestão danosa, peculato e crime fiscal. Em causa está a criação de uma entidade paralela para onde terão sido desviadas verbas de quotas e donativos, para fugir às dívidas ao Estado e outros credores, refere a Lusa.
Nas últimas décadas, a União Zoófila (UZ) recebeu várias heranças como contas bancárias, jóias, barras de ouro, apartamentos e até um prédio numa zona nobre da capital.
Mas a associação manteve sempre as campanhas de angariação de fundos e os anúncios públicos de crise financeira.
«O mistério está aqui: a UZ tem quase 30 mil sócios, a receita da clínica, a venda de andares doados, mas o dinheiro desaparece todo», disse Artur Chaves, ex-sócio que chegou a ser presidente da mesa da Assembleia-Geral e membro da comissão administrativa em 1998. Depois de décadas de trabalho, saiu da direcção, deixou de ser sócio e até o voluntariado abandonou, alegando não ser «conivente com o que se passava».
A Lusa teve acesso a documentos que provam a venda, entre 1999 e 2004, de quatro bens herdados: um apartamento na Amadora, dois em Lisboa e um prédio em Belém. Além dos imóveis, a UZ recebia quotas de sócios e foi angariando donativos das mais diversas formas, como um concerto na Aula Magna, que rendeu 7.500 euros, ou um programa de um concurso televisivo, que deu mais de 14 mil euros em prémios.
Para a ex-sócia Carmen Carvalho, o «mistério» é simples de desvendar: «é o resultado da gestão danosa e da delapidação do património». Carmen aponta, por exemplo, a venda do prédio em Belém por 40 mil euros.
Presidente nega acusações
A actual presidente da associação, no cargo desde final de 2006, nega as acusações. Luísa Barroso garante que o dinheiro angariado é canalizado para pagar a alimentação e tratamento de cerca de 700 animais.
Principal alvo das acusações, a presidente da associação entre 1998 e 2006, Margarida Namora, lembra que quando tomou posse «havia dívidas de quase 60 mil contos».
No entanto, as explicações não convencem Artur Chaves. «Nunca soube para onde é que ia o dinheiro. Mas fui-me apercebendo que ia para todo o lado menos para os cofres».
Durante vários anos, os fundos foram depositados numa conta de uma organização criada em 2001 pela direcção: a Associação Zoófila Portuguesa (AZP). Cheques passados à UZ eram arrecadados numa conta no BPI, em nome da AZP.
O ex-tesoureiro da União Zoófila que se demitiu este Verão diz tratar-se de «detalhes de tesouraria». Uma fonte da AZP envolvida no processo tem outra explicação.
«Todo o dinheiro que entrava na UZ era transferido para a conta da AZP, criada para garantir que nunca haveria nada para penhorar», revela aquela fonte.
Dívidas à Segurança Social, Finanças e EPAL
Entre as entidades públicas que aguardavam o pagamento estava a Segurança Social, as Finanças, o Tribunal de Trabalho e a EPAL.
O ex-tesoureiro admite que alguns pagamentos em falta «prescreveram», mas assegura que a maioria foi paga. «Quando abandonei a associação, a dívida era de 100 mil euros», garante Jaime de Matos.
Para provar que o «dinheiro foi arrecadado de forma legal», o ex-tesoureiro diz que a PJ investigou durante onze meses as ligações entre as duas associações e que o processo foi arquivado.
Mas fonte da AZP contou que as duas direcções entregaram à PJ documentos forjados, para justificar as constantes movimentações de dinheiro.

União Zoófila - campo de concentração por excelência

Subject: União Zoófila - campo de concentração por excelência

http://acorianooriental.sapo.pt/noticias/view/54423 Nacional 2007-11-27 10:57

No canil da União Zoófila há animais que sofrem maus-tratos. Entre denúnciasde bichos pontapeados e sovados, um cão foi morto com um ferro e outro terá sido esquartejado. Há quem fale em "campo de concentração". A associação garante que os bichos são bem tratados. A Lusa viu fotografias de um rafeiro esfaqueado e um relatório de autópsia que revela actos de agressão a uma Pitt Bull. Falou com voluntários e sócios que relataram casos de maus-tratos e negligência. Alguns pediram anonimato por temerem represálias. Muitos foram expulsos. Todos falam em "caça às bruxas": "Quem questiona ou fala tem um processo disciplinar. Por isso é que estas histórias não saem da zoófila". É o lado negro de uma associação criada há mais de 50 anos para defender os animais. Em Julho de 2006 deu entrada no serviço de Anatomia Patológica da Faculdade de Medicina Veterinária o cadáver de uma Pitt Bull da União Zoófila (UZ). Anecrópsia realizada à "Arlequim" revelou que tinha morrido por lhe terem"perfurado o recto" com um "objecto contundente". A cadela foi vítima de "traumatismo violento, atingindo em especial a região lombar, que terálevado a hemorragia interna". Já este Verão, a 30 de Junho, um rafeiro foi encontrado esquartejado na box.O "Mico" morreria horas depois. Fernanda Moleiro, uma psiquiatra que ocupa parte das instalações da UZ com os animais que recolhe da rua, ficou"chocada com o cenário". "Quando cheguei, o Mico ainda estava vivo. Saí do canil com ele nos braços,mas chegou sem vida à veterinária", recorda Fernanda, exibindo as fotos que "provam maus-tratos humanos". A psiquiatra confrontou a direcção, mas não teve resposta. Questionada pelaLusa, a presidente da UZ, Luísa Barroso, disse desconhecer a situação. Quanto à história da Arlequim, Luísa Barroso afirmou que o caso está a ser investigado pela PJ. Preocupado com outros casos de violência, um grupo de sócios exigiu umaAssembleia-Geral. Em Outubro, uma sala do Hotel Berna foi palco de uma acesatroca de acusações que se prolongou noite dentro, visando sobretudo um veterinário da associação. Na reunião, um ex-elemento da direcção acusou o veterinário de ter recusadover de imediato um animal atropelado. "Esteve quatro horas sem que lhe fosseministrado um medicamento que lhe aliviasse as dores. Morreu cinco dias depois", afirmou a sócia, que já tinha denunciado a situação por escrito emMarço. Outra denúncia relatava a agressividade com que o veterinário teria dado "umpontapé na cabeça" a um cão. Presente na reunião, o veterinário negou as acusações, tendo recebido oapoio da presidente da associação até 2006, Margarida Namora, assim como daactual presidente, que garantiu que um inquérito interno concluiu serem falsas as participações. Para Luísa Barroso, por detrás das denúncias estão"assuntos pessoais". A troca de acusações na instituição é tal que o próprio veterinário acusouuma voluntária de não dar água aos cachorros, provocando situações de "desidratação e internamento". Margarida Namora explicou à Lusa que essas situações não foram propositadas,mas causadas por falta de gente. "Como não há voluntários disponíveis, os recém-nascidos são abatidos, porque não há quem os amamente de duas em duas horas", revelou à Lusa uma sócia evoluntária que pediu o anonimato. Sem pessoal para passear todos os animais, alguns ficam confinados e "sóconhecem as boxes e corredores" da UZ. "Já tentei trazer cães à rua, mas eles tinham medo porque nunca na vida tinham saído do canil", contou a mesmavoluntária. Para Miguel Moutinho, presidente da associação Animal, a UZ "é um campo deconcentração": "A concepção do canil é inspirada nos anos 50, com os animais encarcerados e sem condições, levando-os à loucura". Questionado pela Lusa sobre as instalações, o Director-Geral de Veterinária,Carlos Agrela Pinheiro, disse que a única inspecção ao canil foi em 1997, tendo-se "detectado diversas inconformidades". Segundo Agrela Pinheiro, o espaço só não foi encerrado porque ficou decididoconstruir um novo canil num terreno a ceder pela autarquia. Passados dez anos, o canil funciona exactamente no mesmo espaço e não voltou a ser inspeccionado. Na Zoófila, há cães a viver num barracão sem luz solar directa, permanecendoprostrados nas exíguas boxes. A actual presidente reconhece que o ideal seria mais espaço e menos animais, mas lembra que as alternativas são o canil municipal ou a rua. Para a ex-voluntária Maria João Coelho, mais grave do que a falta de espaçoé o alegado responsável pela violação e esfaqueamento continuar naassociação sem ser repreendido. As voluntárias acusam um antigo funcionárioresponsável pela manutenção do espaço. A versão é reforçada por uma voluntária do gatil da União Zoófila: "Elemata-os de todas as maneiras, mas não basta vermos. É preciso ter uma máquina fotográfica para provar o que se vê, senão somos expulsas". Luísa Barroso diz tratar-se de "delírio" de um grupo de pessoas que quer descredibilizar a associação: "Como é amigo da direcção elas não gostam dele". Todos concordam que as guerras são antigas. Miguel Moutinho diz apenas que"em Portugal, as associações que acolhem animais não são a solução, mas simo problema".

Lusa / AO online

07 novembro, 2007

ABATE ILEGAL DOS ANIMAIS DO CANIL DE OLHÃO

A LOAAA, associação de carácter benemérito, sem finalidade lucrativa, constituída em 22.06.1987, com declaração de instituição com utilidade pública reconhecida por despacho publicado no Diário da República, vem denunciar a situação que está a ocorrer em Olhão, altamente violadora dos direitos dos animais e da própria dignidade e sensibilidade humana. A LOAAA tem como objecto e objectivo inscrito nos seus estatutos, a promoção de acções e actividades de defesa dos direitos dos animais, em especial dos abandonados, com vista à consciencialização da população olhanense e das entidades oficiais no sentido da protecção dos animais, da salvaguarda da imagem e da saúde pública de Olhão e da dignificação e humanização do tratamento dos animais. A Câmara Municipal de Olhão, no âmbito dessa colaboração, acedeu na disponibilização de um espaço, em zona camarária para que aí se edificasse canil da Associação. Foi cedido o espaço e lá funcionou desde 1987. Ou seja, é um Canil da Liga e não um Canil da Câmara! Sempre foi a Liga, com as ajudas das quotas dos seus sócios, que pagaram a alimentação, campanhas de adopção, serviços de saúde e não a Câmara Municipal de Olhão.Sucede, que nos inícios de Setembro de 2007, o funcionário camarário, Fernando Florival Pedada, chefe de Cantoneiros, proibiu a Presidente da Liga, bem como as colaboradoras, de entrarem nas instalações, alegando que tinha ordens do Presidente da Câmara, o Eng. Francisco Leal, para tal.

Acrescentou que tinha agora como missão "dizimar tudo quanto fosse cães e gatos que ali houvesse, para limpar o local e acabar de vez com o canil".

Já se sabia que aqueles terrenos iriam ser alvo de reestruturação, para a instalação de um Hotel e condomínio de luxo. Foi pedida uma audiência com o Presidente da Câmara, ao qual este respondeu que brevemente se iria realizar. O certo é que até hoje essa audiência não se realizou.

Na altura existiam no local cerca de 200 cães e um número incerto de gatos. Na primeira semana de Outubro de 2007, preocupadas com a saúde e bem-estar dos animais, a Presidente da Liga mais algumas colaboradoras tentaram novamente ter acesso ao canil, acesso que mais uma vez foi negado e que em conversa acesa com Fernando Pedada, este disse inclusive que não devolvia a carrinha pertencente à Liga " pois o iria utilizar para recolher os animais da rua, levá-los para o canil para os matar, e que a população ainda lhe iria agradecer". Tal veículo foi recuperado sob intimação policial.

No dia 20 de Outubro, pela noite, uma pessoa que trabalha nas instalações mas que prefere o anonimato, por medo de represálias, comunicou à Presidente da Liga que só nessa noite tinham acabado de ser mortos 50 a 60 cães.

Esta situação, que aquele funcionário descreveu como uma MATANÇA, foi levada a cabo pelo funcionário Fernando Pedada e pelo veterinário Jorge Bomba.

Entre os animais abatidos, encontrava-se uma cadela grávida e prestes a parir, e a restante maioria era de cães saudáveis. Os animais abatidos nessa noite, foram transportados por um camião da Câmara e despejados do aterro sanitário de S. João da Venda.

A justificação que apresentaram é que os animais estavam todos doentes, o que é facto confirmado que não o estavam, e o veterinário Jorge Bomba ainda referiu que como sendo abandonados, não podiam permanecer mais de 15 dias no Canil. Os animais não eram abandonados, eram propriedade da LOAAA, que nalguns casos, já cuidava deles há vários anos.

Acrescentou que tinha agora como missão "dizimar tudo quanto fosse cães e gatos que ali houvesse, para limpar o local e acabar de vez com o canil".Já se sabia que aqueles terrenos iriam ser alvo de reestruturação, para a instalação de um Hotel e condomínio de luxo. Foi pedida uma audiência com o Presidente da Câmara, ao qual este respondeu que brevemente se iria realizar.O certo é que até hoje essa audiência não se realizou.Na altura existiam no local cerca de 200 cães e um número incerto de gatos. Na primeira semana de Outubro de 2007, preocupadas com a saúde e bem-estar dos animais, a Presidente da Liga mais algumas colaboradoras tentaram novamente ter acesso ao canil, acesso que mais uma vez foi negado e que em conversa acesa com Fernando Pedada, este disse inclusive que não devolvia a carrinha pertencente à Liga " pois o iria utilizar para recolher os animais da rua, levá-los para o canil para os matar, e que a população ainda lhe iria agradecer". Tal veículo foi recuperado sob intimação policial.No dia 20 de Outubro, pela noite, uma pessoa que trabalha nas instalações mas que prefere o anonimato, por medo de represálias, comunicou à Presidente da Liga que só nessa noite tinham acabado de ser mortos 50 a 60 cães. Esta situação, que aquele funcionário descreveu como uma MATANÇA, foi levada a cabo pelo funcionário Fernando Pedada e pelo veterinário Jorge Bomba.Entre os animais abatidos, encontrava-se uma cadela grávida e prestes a parir, e a restante maioria era de cães saudáveis. Os animais abatidos nessa noite, foram transportados por um camião da Câmara e despejados do aterro sanitário de S. João da Venda.A justificação que apresentaram é que os animais estavam todos doentes, o que é facto confirmado que não o estavam, e o veterinário Jorge Bomba ainda referiu que como sendo abandonados, não podiam permanecer mais de 15 dias no Canil. Os animais não eram abandonados, eram propriedade da LOAAA, que nalguns casos, já cuidava deles há vários anos.

A LOAAA claramente manifestou, de forma inequívoca, que não consentia no abate dos seus animais. Desde então, continuam a morrer animais indiscriminadamente, e de forma cruel. Fernando Pedada, usa uma arma para andar aos tiros com os animais, sem ter qualquer competência para o fazer, Jorge Bomba, ignora todos os princípios de ética contra a violação da legislação que protege os animais, e mais grave abusa da profissão que abraçou, Eng. Francisco Leal, está a ser conivente com tudo isto e depois desmente e boicota reportagens sobre os factos descritos, e ainda lá está mais um " bondoso" para a "limpeza da cidade de Olhão", chamado Alberto Almeida. Com as preditas atitudes, que ofendem a dignidade de todas as pessoas de bem e dão da instituição que as comete uma ideia de um primário barbarismo, parece estar a regredir-se nos patamares civilizacionais. Interrogamo-nos todos como pode isto acontecer num município da Europa! Está a ser violada claramente a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, e a sensibilidade de todas as pessoas de bem. Parece-nos também flagrantemente violada a arte medico-veterinária por ofensa flagrante à dignidade animal, ao impor um veterinário numa morte desnecessária a um grande número de animais.

Estamos a tratar de seres vivos que necessitam de assistência permanente e de serem resguardados de uma morte certa.

Ajudem-nos nesta demanda! Se quiserem manifestar o vosso desagrado ou repúdio por esta situação o email da Câmara de Olhão é mailto:geral@cm-olhao.pt/

Por tudo o que já foi exposto, estamos dispostos a defender as leis que protegem os animais e condenar nacionalmente e internacionalmente, os perpetradores deste massacre hediondo! Não resta dúvidas que quem responderá mais por isto, será o Autarca responsável e todo o Concelho terá repercussões negativas a todos os níveis ( comércio, turismo, desenvolvimento, investimentos..)


Por isso, ainda temos a humildade, de vos pedir que não continuem a levar a cabo esta barbaridade, que se abram inquéritos e sejam chamados os bárbaros, à Justiça!!

Petition:
Vamos acabar com estas injustiças!!!!Por favor, ajudem-nos!Temos que salvar estas vidas! Obrigada
http://www.gopetition.com/online/15036.html



"Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime. Tanto quanto o assassinato de um homem."- Leonardo da Vinci

LOAAA

A LOAAA, associação de carácter benemérito, sem finalidade lucrativa, constituída em 22.06.1987, com declaração de instituição com utilidade pública reconhecida por despacho publicado no Diário da República, vem denunciar a situação que está a ocorrer em Olhão, altamente violadora dos direitos dos animais e da própria dignidade e sensibilidade humana. A LOAAA tem como objecto e objectivo inscrito nos seus estatutos, a promoção de acções e actividades de defesa dos direitos dos animais, em especial dos abandonados, com vista à consciencialização da população olhanense e das entidades oficiais no sentido da protecção dos animais, da salvaguarda da imagem e da saúde pública de Olhão e da dignificação e humanização do tratamento dos animais. A Câmara Municipal de Olhão, no âmbito dessa colaboração, acedeu na disponibilização de um espaço, em zona camarária para que aí se edificasse canil da Associação. Foi cedido o espaço e lá funcionou desde 1987. Ou seja, é um Canil da Liga e não um Canil da Câmara! Sempre foi a Liga, com as ajudas das quotas dos seus sócios, que pagaram a alimentação, campanhas de adopção, serviços de saúde e não a Câmara Municipal de Olhão.Sucede, que nos inícios de Setembro de 2007, o funcionário camarário, Fernando Florival Pedada, chefe de Cantoneiros, proibiu a Presidente da Liga, bem como as colaboradoras, de entrarem nas instalações, alegando que tinha ordens do Presidente da Câmara, o Eng. Francisco Leal, para tal.



Acrescentou que tinha agora como missão "dizimar tudo quanto fosse cães e gatos que ali houvesse, para limpar o local e acabar de vez com o canil".



Já se sabia que aqueles terrenos iriam ser alvo de reestruturação, para a instalação de um Hotel e condomínio de luxo. Foi pedida uma audiência com o Presidente da Câmara, ao qual este respondeu que brevemente se iria realizar. O certo é que até hoje essa audiência não se realizou.



Na altura existiam no local cerca de 200 cães e um número incerto de gatos. \n\u003cbr\>\u003cbr\>Na primeira semana de Outubro de 2007, preocupadas com a saúde e bem-estar dos animais, a Presidente da Liga mais algumas colaboradoras tentaram novamente ter acesso ao canil, acesso que mais uma vez foi negado e que em conversa acesa com Fernando Pedada, este disse inclusive que não devolvia a carrinha pertencente à Liga " pois o iria utilizar para recolher os animais da rua, levá-los para o canil para os matar, e que a população ainda lhe iria agradecer". \n\u003cbr\>\u003cbr\>Tal veículo foi recuperado sob intimação policial.\u003cbr\>\u003cbr\>No dia 20 de Outubro, pela noite, uma pessoa que trabalha nas instalações mas que prefere o anonimato, por medo de represálias, comunicou à Presidente da Liga que só nessa noite tinham acabado de ser mortos 50 a 60 cães. \n\u003cbr\>\u003cbr\>Esta situação, que aquele funcionário descreveu como uma MATANÇA, foi levada a cabo pelo funcionário Fernando Pedada e pelo veterinário Jorge Bomba.\u003cbr\>\u003cbr\>Entre os animais abatidos, encontrava-se uma cadela grávida e prestes a parir, e a restante maioria era de cães saudáveis.\n\u003cspan\>\u003c/span\> \u003cbr\>\u003cbr\>Os animais abatidos nessa noite, foram transportados por um camião da Câmara e despejados do aterro sanitário de S. João da Venda.\u003cbr\>\u003cbr\>A justificação que apresentaram é que os animais estavam todos doentes, o que é facto confirmado que não o estavam, e o veterinário Jorge Bomba ainda referiu que como sendo abandonados, não podiam permanecer mais de 15 dias no Canil. \n\u003cbr\>\u003cbr\>Os animais não eram abandonados, eram propriedade da LOAAA, que nalguns casos, já cuidava deles há vários anos.",1]
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Acrescentou que tinha agora como missão "dizimar tudo quanto fosse cães e gatos que ali houvesse, para limpar o local e acabar de vez com o canil".Já se sabia que aqueles terrenos iriam ser alvo de reestruturação, para a instalação de um Hotel e condomínio de luxo. Foi pedida uma audiência com o Presidente da Câmara, ao qual este respondeu que brevemente se iria realizar.O certo é que até hoje essa audiência não se realizou.Na altura existiam no local cerca de 200 cães e um número incerto de gatos. Na primeira semana de Outubro de 2007, preocupadas com a saúde e bem-estar dos animais, a Presidente da Liga mais algumas colaboradoras tentaram novamente ter acesso ao canil, acesso que mais uma vez foi negado e que em conversa acesa com Fernando Pedada, este disse inclusive que não devolvia a carrinha pertencente à Liga " pois o iria utilizar para recolher os animais da rua, levá-los para o canil para os matar, e que a população ainda lhe iria agradecer". Tal veículo foi recuperado sob intimação policial.No dia 20 de Outubro, pela noite, uma pessoa que trabalha nas instalações mas que prefere o anonimato, por medo de represálias, comunicou à Presidente da Liga que só nessa noite tinham acabado de ser mortos 50 a 60 cães. Esta situação, que aquele funcionário descreveu como uma MATANÇA, foi levada a cabo pelo funcionário Fernando Pedada e pelo veterinário Jorge Bomba.Entre os animais abatidos, encontrava-se uma cadela grávida e prestes a parir, e a restante maioria era de cães saudáveis. Os animais abatidos nessa noite, foram transportados por um camião da Câmara e despejados do aterro sanitário de S. João da Venda.A justificação que apresentaram é que os animais estavam todos doentes, o que é facto confirmado que não o estavam, e o veterinário Jorge Bomba ainda referiu que como sendo abandonados, não podiam permanecer mais de 15 dias no Canil. Os animais não eram abandonados, eram propriedade da LOAAA, que nalguns casos, já cuidava deles há vários anos.
\u003cbr\>A LOAAA claramente manifestou, de forma inequívoca, que não consentia no abate dos seus animais. \n\u003cbr\>\u003cbr\>Desde então, continuam a morrer animais indiscriminadamente, e de forma cruel. Fernando Pedada, usa uma arma para andar aos tiros com os animais, sem ter qualquer competência para o fazer, Jorge Bomba, ignora todos os princípios de ética contra a violação da legislação que protege os animais, e mais grave abusa da profissão que abraçou, Eng. Francisco Leal, está a ser conivente com tudo isto e depois desmente e boicota reportagens sobre os factos descritos, e ainda lá está mais um " bondoso" para a "limpeza da cidade de Olhão", chamado Alberto Almeida. \n\u003cbr\>\u003cbr\>Com as preditas atitudes, que ofendem a dignidade de todas as pessoas de bem e dão da instituição que as comete uma ideia de um primário barbarismo, parece estar a regredir-se nos patamares civilizacionais.\u003cbr\>\u003cbr\>\nInterrogamo-nos todos como pode isto acontecer num município da Europa!\u003cbr\>\u003cbr\>Está a ser violada claramente a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, e a sensibilidade de todas as pessoas de bem.\u003cbr\>\u003cbr\>Parece-nos também flagrantemente violada a arte medico-veterinária por ofensa flagrante à dignidade animal, ao impor um veterinário numa morte desnecessária a um grande número de animais. \n\u003cbr\>\u003cbr\>Estamos a tratar de seres vivos que necessitam de assistência permanente e de serem resguardados de uma morte certa.\u003cbr\>\u003cbr\>Ajudem-nos nesta demanda!\u003cbr\>\u003cbr\>Se quiserem manifestar o vosso desagrado ou repúdio por esta situação\n\u003cspan\>\u003c/span\> \u003cbr\>o email da Câmara de Olhão é \u003ca href\u003d\"mailto:geral@cm-olhao.pt\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>geral@cm-olhao.pt\u003c/a\>\u003cbr\>\u003cbr\>os signatários, por tudo o que já foi exposto, estamos dispostos a defender as leis que protegem os animais e condenar nacionalmente e internacionalmente, os perpetradores deste massacre hediondo! \n\u003cbr\>\u003cbr\>Não resta dúvidas que quem responderá mais por isto, será o Autarca responsável e todo o Concelho terá repercussões negativas a todos os níveis ( comércio, turismo, desenvolvimento, investimentos...)",1]
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A LOAAA claramente manifestou, de forma inequívoca, que não consentia no abate dos seus animais. Desde então, continuam a morrer animais indiscriminadamente, e de forma cruel. Fernando Pedada, usa uma arma para andar aos tiros com os animais, sem ter qualquer competência para o fazer, Jorge Bomba, ignora todos os princípios de ética contra a violação da legislação que protege os animais, e mais grave abusa da profissão que abraçou, Eng. Francisco Leal, está a ser conivente com tudo isto e depois desmente e boicota reportagens sobre os factos descritos, e ainda lá está mais um " bondoso" para a "limpeza da cidade de Olhão", chamado Alberto Almeida. Com as preditas atitudes, que ofendem a dignidade de todas as pessoas de bem e dão da instituição que as comete uma ideia de um primário barbarismo, parece estar a regredir-se nos patamares civilizacionais.Interrogamo-nos todos como pode isto acontecer num município da Europa!Está a ser violada claramente a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, e a sensibilidade de todas as pessoas de bem.Parece-nos também flagrantemente violada a arte medico-veterinária por ofensa flagrante à dignidade animal, ao impor um veterinário numa morte desnecessária a um grande número de animais. Estamos a tratar de seres vivos que necessitam de assistência permanente e de serem resguardados de uma morte certa.Ajudem-nos nesta demanda!Se quiserem manifestar o vosso desagrado ou repúdio por esta situação o email da Câmara de Olhão é geral@cm-olhao.ptos signatários, por tudo o que já foi exposto, estamos dispostos a defender as leis que protegem os animais e condenar nacionalmente e internacionalmente, os perpetradores deste massacre hediondo! Não resta dúvidas que quem responderá mais por isto, será o Autarca responsável e todo o Concelho terá repercussões negativas a todos os níveis ( comércio, turismo, desenvolvimento, investimentos...)
\u003cbr\>Por isso, ainda temos a humildade, de vos pedir que não continuem a levar a cabo esta barbaridade, que se abram inquéritos e sejam chamados os bárbaros, à Justiça!! \n\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/div\>\n\u003cp style\u003d\"background:#f9f9f9\"\>\u003cb\>\u003cfont face\u003d\"Verdana\" color\u003d\"#17437a\" size\u003d\"1\"\>\u003cspan style\u003d\"font-weight:bold;font-size:9pt;color:#17437a;font-family:Verdana\"\>Petition:\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/b\>\u003c/p\>\n\u003cp style\u003d\"background:#f9f9f9\"\>\u003cfont face\u003d\"Verdana\" color\u003d\"black\" size\u003d\"1\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana\"\>Vamos acabar com estas injustiças!!!!\u003cbr\>Por favor, ajudem-nos!\u003cbr\>Temos que salvar estas vidas! \n\u003cbr\>\u003c/span\>\u003c/font\>\u003cfont face\u003d\"Verdana\" color\u003d\"black\" size\u003d\"1\"\>\u003cspan lang\u003d\"EN-US\" style\u003d\"font-size:9pt;color:black;font-family:Verdana\"\>Obrigada\u003c/span\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n\u003cp\>\u003cfont face\u003d\"Arial\" size\u003d\"2\"\>\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Arial\"\>\u003ca href\u003d\"http://www.gopetition.com/online/15036.html\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>\u003cspan lang\u003d\"EN-GB\"\>\nhttp://www.gopetition.com\u003cWBR\>/online/15036.html\u003c/span\>\u003c/a\>\u003c/span\>\u003c/font\> \u003c/p\>\n",0]
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Por isso, ainda temos a humildade, de vos pedir que não continuem a levar a cabo esta barbaridade, que se abram inquéritos e sejam chamados os bárbaros, à Justiça!!




Petition:
Vamos acabar com estas injustiças!!!!Por favor, ajudem-nos!Temos que salvar estas vidas! Obrigada
http://www.gopetition.com/online/15036.html

30 outubro, 2007

Cão morre à fome e sede numa exposição de arte!!! Actualização

ACTUALIZAÇÃO: 24 de Outubro, 2007.
Novos dados relativos à exposição de Guillermo Vargas foram apresentados desde que o caso foi inicialmente tornado público na web. Justin Anthony chamou-me a atenção para um conjunto de reflexões interessantes de Edward Winkleman.
A Galeria Codice, onde a instalação teve lugar, avançou uma declaração de imprensa contendo informação relevante. Aqui estão os factos, tal como adiantados pela directora da galeria Juanita Bermúdez:- A exposição de Guillermo Vargas teve lugar a 16 de Agosto.- Um dos trabalhos presentes consistia na “exibição de um cão faminto que o artista recolheu da rua e que durante a exposição apareceu atado a uma corda de nylon, corda essa ligada a uma outra pregada a uma parede a um canto da galeria”.- “Habacuc baptizou o cão de “Natividad”, em homenagem ao Nicaraguense Natividad Canda (24 anos) que morreu devorado por dois cães Rottweiler numa fábrica de San José, Costa Rica, na madrugada de Quinta-feira, 10 de Novembro de 2005”.- “O cão esteve nas instalações durante três dias (…). Esteve solto no pátio interior durante todo o tempo, com excepção das 3 horas da exibição, e foi alimentado regularmente com comida trazida pelo próprio Habacuc”.- O cão escapou da galeria durante o terceiro dia.- Juanita Bermúdez afirma que tinha a intenção de adoptar o animal no final do evento.- A Galeria Códice lamenta as declarações feitas por Habacuc, “em que ele afirma que era sua intenção deixar o cão morrer à fome, o que é da sua inteira responsabilidade”.- O documento conclui com a seguinte afirmação: “Ao cumprir com informar a verdade dos factos, espero que todas essas mesmas pessoas tivessem elevado também a sua voz de repúdio quando Natividad Canda foi devorado pelos Rottweiler (Al cumplir con informar la verdad de los hechos, espero que todas esas mismas personas hayan elevado también su voz de repudio cuando Natividad Canda fue devorado por los Rottweiler)”. A declaração de imprensa da Galeria Códice entra em contradição com as afirmações de Habacuc, tal como foram referenciadas pelo jornal costa riquenho La Nación; em que o artista recusou confirmar se o cão havia sido alimentado ou se tinha efectivamente morrido. Uma vez que os factos reais são impossíveis de aferir, qualquer especulação é inútil. Isso, no entanto, não retira legitimidade às críticas que recebeu, em particular no que refere à falta de ética do evento. O cão em questão apresentava não apenas sinais de malnutrição mas também de doença de pele. Áreas de pele ulceradas são sintomáticas de possíveis doenças graves nos cães, por vezes contagiosas e em alguns casos indicadoras de condições fatais como a Leishmaniose – ainda mais prováveis em cães abandonados sem medicação.Em conclusão, quando alguém toma um animal à sua guarda, é igualmente responsável pelos seus cuidados. Que tal animal tenha sido usado como objecto de exposição é eticamente inaceitável. O contexto da instalação – um tributo a um homem morto por dois cães – torna-o ainda mais incompreensível. A pretensa associação dos dois factos pelo autor e pela directora da galeria retratam a hipocrisia moral por detrás deste suposto gesto de denúncia.Quanto às afirmações de Guillermo Vargas, são ou um testemunho da sua crueldade ou uma aspiração por publicidade a qualquer custo. Ambos são inaceitáveis e a consequente reacção esmagadora resulta da sua inteira responsabilidade. O direito à liberdade de expressão, na arte como em tudo o resto, não torna ninguém inimputável. Os fundamentos para a petição em curso permanecem, como tal, igualmente válidos.

(informação retirada do blog http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.com/)

29 outubro, 2007

Cão morre à fome e sede numa exposição de arte!!!




O artista Guillermo Vargas, mais conhecido por Habacuc, está a dar que falar em todo mundo. O motivo desta atenção não são as suas obras de arte, mas sim o facto de ter deixado propositadamente um cão morrer à fome durante a sua última exposição.
A “Exposição nº1″ teve lugar em Agosto, em Manágua, na Nicarágua. À entrada, os visitantes podiam ler a frase “És o que lês”, seguindo-se um cenário pouco comum: entre as obras do artista estava um cão, faminto e doente, amarrado por uma corda a um canto da sala. Mesmo após alguns apelos dos visitantes para que o animal fosse libertado, o artista recusou-se a fazê-lo justificando que se tratava de uma homenagem a Natividad Canda, um nicaraguense que morreu depois de ter sido atacado por um rotweiller. Ironicamente, o cão acabou por morrer à fome em plena exposição quando o título da amostra estava escrito numa parede através de uma colagem feita à base de comida canina.
Os motivos do artista
“O importante para mim é constatar a hipocrisia alheia: um animal torna-se o centro das atenções quando o ponho num local onde toda a gente espera ver arte, mas deixa de o ser quando está na rua”, justificou o artista ao jornal costa-riquenho La Nación. “O cão está mais vivo do que nunca porque continua a dar que falar”. O caso chocou os defensores dos direitos dos animais, que se juntaram numa petição online para que Habacuc seja excluído da Bienal Centroamericana Honduras 2008, onde deverá ser um dos representantes da Costa Rica. Mais de setenta mil pessoas já assinaram o documento, repudiando o trabalho de Vargas.
Pois bem, nem há palavras para descrever este acto deste “artista”…Vou ao que interessa:

Aqui está o link para a petição online:
http://www.petitiononline.com/13031953/

15 outubro, 2007

O Lilo (des)espera por um lar!







Eu sou o Lilo.

Não queria acreditar quando me vieram buscar. Não queria acreditar quando uma menina me levou pela "mão". Não queria acreditar ao sair daquele sitio, ao ir à rua, ao sentir a brisa no meu pêlo, ao sentir o solinho de Verão, o mesmo Verão que me condenou a mim e a tantos dos animais que estão fechados como eu...Pensei, será desta??? SERÁ MESMO DESTA que encontrei um "dono" a valer para toda a vida??? O meu jovem coração bateu mais forte, inundei-me de vida e de esperança!
Foi tão bom ser passeado, com orgulho, eu olhava para ela, ela olhava para mim e eu sentia-me mais forte, sentia-me transbordar de alegria por estar e me sentir vivo!!! Mas, infelizmente, fui apenas a uma coisa que me disseram ser uma campanha de adopção... e, o fim do dia chegou... com ele a noite, com ele o escuro, com ele a solidão mais profunda. Eu não queria entrar lá novamente... :(
Queria voltar para trás, queria voltar para o sonho daquela tarde de Verão em que voltei a ser feliz e a ter dignidade... Eu não queria voltar. Eu não queria estar aqui...
Desde que seja para me salvar, sei que me levam a qualquer zona do país ;)
Ajudem-me!!!
912 444 152